Ao sabor de um velho samba
Sou eu feito de amor,
Suspiros e tolerância,
E até na chuva fria eu crio,
Eu sorrio, faço uma dança,
Faço do amor uma canção.
E com o brilho dos olhos,
O sonho dos lábios,
E as luzes do céu,
Em um pedaço de papel
Faço um poema improvisado
E te tiro um ou dois sorrisos,
Enquanto a vida me abençoa
E o meus erros Deus perdoa,
Por querer te ver feliz.
Até me perco nas palavras
Escrevo as coisas ao contrario,
Abuso da licença poética
E ainda que a minha rima seja pobre
Apelo a minha própria sorte
Para que você “sorria um sorriso sorridente”
E apesar da minha redundância,
Assim, até que o samba acabe,
E sabor vire lembrança em nossa mente,
Sou eu contente por ter você.

Nairon J. Alves
Agosto, 06, 2012 às 02h08min